Whose Brazil? Web Exclusive

Exclusive content and additional resources accompanying our Summer 2022 issue of the NACLA Report.

On the eve of Brazil’s general elections later this year, the Summer 2022 issue of the NACLA Report seeks to view contemporary Brazil through the lens of racial justice. Read the full editor’s introduction to the issue “Whose Brazil?” and explore our exclusive web content below.

From the Archives

From the Archives: Anti-Racist Struggles in Brazil

From the Archives: Anti-Racist Struggles in Brazil

Select coverage of Brazil’s anti-racist struggles through the decades from the archives of the NACLA Report.

Em Português

Um retrato de política e resistência negra no Brasil

Um retrato de política e resistência negra no Brasil

Leia a introdução à última edição do NACLA Report.
O loop das desigualdades

O loop das desigualdades

A pandemia Covid-19 expôs ainda mais como a violência estrutural baseada em raça, gênero, classe e geografia no Brasil ameaça a vida das mulheres negras.
Resistência e Solidariedade no Território Quilombola

Resistência e Solidariedade no Território Quilombola

Para uma líder e pescadora quilombola, as lutas pela terra e pela vida são essenciais para a sobrevivência coletiva em meio à crise climática.
Defesa da terra para o futuro da humanidade

Defesa da terra para o futuro da humanidade

Uma liderança indígena nos explica o que é o território e porque a demarcação de terras indígenas e as alianças com o povo negro são tão fundamentais.
Supremacia branca à brasileira

Supremacia branca à brasileira

Tanto a ideologia do mérito quanto o mito da democracia racial são os consensos ideológicos que sustentam a supremacia branca sem que esta seja vista como tal.
10 anos da Lei de Cotas: Avanços e desafios na educação superior pública brasileira

10 anos da Lei de Cotas: Avanços e desafios na educação superior pública brasileira

Na última década, a Lei 12.711 obteve importantes avanços, mas permanecem grandes desafios para garantir sua continuidade.
Não sou bicho, sou mulher!

Não sou bicho, sou mulher!

O direito humano ao próprio corpo é aquilo que perdemos quando somos escravizadas e/ou presas.